Amália Rodrigues nasceu em Lisboa a 23 de Julho de 1920.
Na realidade ela até nasceu no dia 1 de Julho, mas só foi registada alguns dias mais tarde. Ela preferia comemorar os anos na data de nascimento verdadeira pois afirmava que por esta altura do mês talvez as pessoas ainda tivessem dinheiro para lhe dar presentes!
Ela foi a voz de Portugal. Executante suprema da alma portuguesa: o Fado.
Editou 170 álbuns em 30 países. Vendeu ao todo 30 milhões de cópias, 3 vezes a população de Portugal.
Amália teve as suas origens numa família pobre e humilde que provinha da zona da Beira Baixa (Castelo Branco e Fundão).
Acabou por passar a infância com os avós em Lisboa. Na altura os vizinhos, já surpreendidos com a sua voz, pediam-lhe para cantarolar tangos de Carlos Gardel.
Aos 9 anos entrou para a escola, mas logo aos 12 teve de abandonar, algo que era comum nas famílias mais humildes. Tornou-se então bordadeira, engomadeira e ainda embrulhava bolos.
Em 1936, na noite dos Santos Populares, desfila nas marchas populares pela freguesia de Alcântara.
Em 1940 casa-se com Francisco da Cruz, um guitarrista amador do qual se viria a divorciar 3 anos mais tarde.
Nos 50 anos seguintes, Amália não tem mãos a medir. Ela começa a deixar a sua marca em várias áreas artísticas e rapidamente se torna uma referência nacional e internacional. O seu timbre de voz começa a fazer-se notar e efectua diversos concertos, entra em peças de teatro e faz cinema. O seu sucesso leva-a actuar em Londres, Paris, Roma, Estados Unidos, Rio de Janeiro, Tóquio, Berlim, México, etc...
Em 1961 casa-se pela segunda vez. A cerimónia foi no Rio de Janeiro e o seu marido era um Engenheiro Brasileiro chamado César Henrique Rangel. Ficou com ele até à morte deste em 1997.
Conviveu entre outros com Almada Negreiros, Manuel Alegre e Ary dos Santos.
Aqui fica um link de uma actuação sua ao vivo: "Uma casa Portuguesa".
https://www.youtube.com/watch?v=gfvn4SityrY
A 6 de Outubro de 1999 morre repentinamente na sua casa em Lisboa. O então primeiro ministro de Portugal, António Guterres decreta luto nacional. Centenas de milhares de portugueses acompanham o último adeus a Amália. Dois anos depois, em 2001, seria transladada para o Panteão Nacional, onde descansa ao lado de outras grandes figuras deste nosso país à beira mar plantado.
Obrigado Amália!
Na realidade ela até nasceu no dia 1 de Julho, mas só foi registada alguns dias mais tarde. Ela preferia comemorar os anos na data de nascimento verdadeira pois afirmava que por esta altura do mês talvez as pessoas ainda tivessem dinheiro para lhe dar presentes!
Ela foi a voz de Portugal. Executante suprema da alma portuguesa: o Fado.
Editou 170 álbuns em 30 países. Vendeu ao todo 30 milhões de cópias, 3 vezes a população de Portugal.
Amália teve as suas origens numa família pobre e humilde que provinha da zona da Beira Baixa (Castelo Branco e Fundão).
Acabou por passar a infância com os avós em Lisboa. Na altura os vizinhos, já surpreendidos com a sua voz, pediam-lhe para cantarolar tangos de Carlos Gardel.
Aos 9 anos entrou para a escola, mas logo aos 12 teve de abandonar, algo que era comum nas famílias mais humildes. Tornou-se então bordadeira, engomadeira e ainda embrulhava bolos.
Em 1936, na noite dos Santos Populares, desfila nas marchas populares pela freguesia de Alcântara.
Em 1940 casa-se com Francisco da Cruz, um guitarrista amador do qual se viria a divorciar 3 anos mais tarde.
Nos 50 anos seguintes, Amália não tem mãos a medir. Ela começa a deixar a sua marca em várias áreas artísticas e rapidamente se torna uma referência nacional e internacional. O seu timbre de voz começa a fazer-se notar e efectua diversos concertos, entra em peças de teatro e faz cinema. O seu sucesso leva-a actuar em Londres, Paris, Roma, Estados Unidos, Rio de Janeiro, Tóquio, Berlim, México, etc...
Em 1961 casa-se pela segunda vez. A cerimónia foi no Rio de Janeiro e o seu marido era um Engenheiro Brasileiro chamado César Henrique Rangel. Ficou com ele até à morte deste em 1997.
Conviveu entre outros com Almada Negreiros, Manuel Alegre e Ary dos Santos.
Aqui fica um link de uma actuação sua ao vivo: "Uma casa Portuguesa".
https://www.youtube.com/watch?v=gfvn4SityrY
A 6 de Outubro de 1999 morre repentinamente na sua casa em Lisboa. O então primeiro ministro de Portugal, António Guterres decreta luto nacional. Centenas de milhares de portugueses acompanham o último adeus a Amália. Dois anos depois, em 2001, seria transladada para o Panteão Nacional, onde descansa ao lado de outras grandes figuras deste nosso país à beira mar plantado.
Obrigado Amália!





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